Não existem lugares mais tranquilos. A onda de violência já tomou conta dos quatros cantos do mundo. Quando não são apenas roubos, são assaltos violentos, sequestros e muitos casos com finais infelizes. Até quando vamos passar por isso? Será que as autoridades vão sempre passar uma “borracha” por cima dos acontecimentos e dizer que está sob controle? Mentira, nada está sob controle.
As pessoas não saem de casa antes de contar o dinheiro do almoço ou da janta e até mesmo procuram lugares com estacionamentos. Se os lugares aceitarem cartão, ótimo. O bate volta do surf muitas vezes só acontece quando tem lugares seguros para deixar o carro. Qual surfista nunca escutou uma boa história de emboscada do Guarujá?
Mas o que fizemos para deixar o mundo chegar a este ponto? Votamos. Acredito que também somos culpados de muitas tragédias que acontecem.
Sou contra a muita coisa que temos que pagar e fazer. Contra a moradia em condomínios, em pagar vigilante noturno, entre tantas estruturas que as autoridades deveriam impor para a população. Mas temos que nos curvar sobre os erros de alguns para não entrar na singela lista de vítimas.
A “onda” agora invade o Guarujá, litoral de São Paulo. Autoridades dos EUA alertaram os turistas norte-americanos para evitarem viagens para o litoral paulista, incluindo Praia Grande, Santos e São Vicente. Agora as quatro das maiores cidades do litoral paulista sofre com o preconceito. Nós que moramos relativamente próximo e conhecemos histórias de amigos ou conhecidos que viajam para essas praias sabemos que a onda de violência não é de hoje e agora o incidente se agravou.
Semana passada, no Guarujá, uma série de assassinatos envolvendo Policiais Militares foram manchetes dos jornais. Em três dias seis pessoas foram assassinadas, a polícia conta com a hipótese de que facções criminosas disputam locais para o tráfico de drogas. E para não perder o costume o governo paulista disse que a situação está sob controle. Será mesmo que está?
As autoridades do litoral alegam que os crimes ocorreram na periferia da cidade, mas isso não inibe as pessoas de evitarem um lindo final de semana com a família nas praias paulistas. “O medo da população já vem de berço”. Quantas vezes nossos pais pedem para tomarmos cuidado até mesmo para ir à padaria próximo de casa?
A praia onde Adriano de Souza, o “mineirinho” nasceu e onde aprendeu a radicalizar o surf que hoje apresenta nas competições, está riscada do mapa pelas autoridades dos EUA. Guarujá que é palco de grandes competições nacionais e até internacionais de surf e conhecida mundialmente por diversas qualidades, não está mais na mira de muitos turistas.
Cada ano que passa os problemas se multiplicam e soluções só são disputadas nas épocas das eleições e o resultado continua o mesmo.
terça-feira, 27 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Sempre a favor da maré
Fiquei impressionado como o surf está sendo bem recebido pela mídia. Tudo começou, em janeiro, com o primeiro reality show esportivo da televisão brasileira, apresentado pela Rede Globo, “Nas Ondas de Noronha”. Para quem assiste pelo menos um pouco de televisão pode acompanhar durante a programação da emissora as chamadas para o novo quadro.
O programa envolveu diversas provas, divididas por equipes onde cada uma foi composta por um surfista profissional, um artista e um surfista amador (internauta), esse último teve que enviar um vídeo com uma onda surfada e foi escolhido por votação. Além de pegarem altas ondas, no arquipélago Fernando de Noronha, eles tiveram algumas tarefas, como responder uma série de perguntas e mostrar o lado culinário de cada equipe. E não parou por ai.
O apresentador Luciano Huck mostrou ser o mais entusiasmado ao expor o esporte na televisão. No seu programa, Caldeirão do Huck, ele apresentou um quadro chamado “Altas Ondas”. No primeiro final de semana contou a história do Naama, um menino humilde, que tinha o sonho de surfar no Havaí e conhecer o 9x campeão mundial Kelly Slater. Sonho realizado, Luciano resolveu ajudar o Favela Surf Club, uma entidade social que fica no Morro do Cantagalo e que já ajudou diversas crianças. O ponto negativo da história, infelizmente, é que a maioria das crianças carentes tem esse sonho e apenas algumas conseguem realizar. E mais, na entrada do FSC, antes de reformada, tem uma placa do “Criança Esperança” e as imagens dentro da entidade mostram um total abandono. Criança Esperança realmente funciona?
Depois Luciano Huck foi ao Havaí fazer tow-in (modalidade do esporte que precisa da ajuda de um jet-ski para entrar na onda), junto com Carlos Burle e Maya Gabeira. Onde pela primeira vez ficou de pé em uma prancha. Será que agora ele vai se dedicar mesmo ou é puro marketing? Na internet ele enviou post através do twitter com fotos e vídeos de surf.
O surf também foi destaque no programa Globo Mar, com uma reportagem extensa a equipe mostrou os desafios dos surfistas que querem ou que já praticam o tow-in e dessa vez na laje de Jaguaruna.
Entre tantos programas, as propagandas também buscam o esporte como marketing. E a principal que mais chamou atenção e com certeza muitos vão gostar é do Peugeot Quiksilver 207. O comercial é impresso em parafina e pode ser encontrado na Revista Fluir do mês de Abril.
Abaixo seguem alguns links relacionados com o texto.
Naama e Kelly Slater
http://video.globo.com/Videos/Busca/0,,7959,00.html?b=Naama
Luciano no Havaí com Carlos Burlo e Maya Gabeira
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1233290-7822-ALTAS+ONDAS+LUCIANO+HUCK+SURFA+PELA+PRIMEIRA+VEZ+E+EM+ALTO+ESTILO,00.html
Globo Mar – Tow-in
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1248523-7823-SURFISTAS+SE+AVENTURAM+PARA+PEGAR+ONDAS+GIGANTES+EM+SANTA+CATARINA,00.html
Propaganda Peugeot Quiksilver 207
http://www.youtube.com/watch?v=eqF4CZ4bNiM
O programa envolveu diversas provas, divididas por equipes onde cada uma foi composta por um surfista profissional, um artista e um surfista amador (internauta), esse último teve que enviar um vídeo com uma onda surfada e foi escolhido por votação. Além de pegarem altas ondas, no arquipélago Fernando de Noronha, eles tiveram algumas tarefas, como responder uma série de perguntas e mostrar o lado culinário de cada equipe. E não parou por ai.
O apresentador Luciano Huck mostrou ser o mais entusiasmado ao expor o esporte na televisão. No seu programa, Caldeirão do Huck, ele apresentou um quadro chamado “Altas Ondas”. No primeiro final de semana contou a história do Naama, um menino humilde, que tinha o sonho de surfar no Havaí e conhecer o 9x campeão mundial Kelly Slater. Sonho realizado, Luciano resolveu ajudar o Favela Surf Club, uma entidade social que fica no Morro do Cantagalo e que já ajudou diversas crianças. O ponto negativo da história, infelizmente, é que a maioria das crianças carentes tem esse sonho e apenas algumas conseguem realizar. E mais, na entrada do FSC, antes de reformada, tem uma placa do “Criança Esperança” e as imagens dentro da entidade mostram um total abandono. Criança Esperança realmente funciona?
Depois Luciano Huck foi ao Havaí fazer tow-in (modalidade do esporte que precisa da ajuda de um jet-ski para entrar na onda), junto com Carlos Burle e Maya Gabeira. Onde pela primeira vez ficou de pé em uma prancha. Será que agora ele vai se dedicar mesmo ou é puro marketing? Na internet ele enviou post através do twitter com fotos e vídeos de surf.
O surf também foi destaque no programa Globo Mar, com uma reportagem extensa a equipe mostrou os desafios dos surfistas que querem ou que já praticam o tow-in e dessa vez na laje de Jaguaruna.
Entre tantos programas, as propagandas também buscam o esporte como marketing. E a principal que mais chamou atenção e com certeza muitos vão gostar é do Peugeot Quiksilver 207. O comercial é impresso em parafina e pode ser encontrado na Revista Fluir do mês de Abril.
Abaixo seguem alguns links relacionados com o texto.
Naama e Kelly Slater
http://video.globo.com/Videos/Busca/0,,7959,00.html?b=Naama
Luciano no Havaí com Carlos Burlo e Maya Gabeira
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1233290-7822-ALTAS+ONDAS+LUCIANO+HUCK+SURFA+PELA+PRIMEIRA+VEZ+E+EM+ALTO+ESTILO,00.html
Globo Mar – Tow-in
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1248523-7823-SURFISTAS+SE+AVENTURAM+PARA+PEGAR+ONDAS+GIGANTES+EM+SANTA+CATARINA,00.html
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
O Dia de surf que ninguém paga
Um ciclone extratropical deu sinais de vida e mostrou, mais uma vez, o poder da natureza. Conseqüentemente a ondulação chegou devastando as praias do Rio de Janeiro e do litoral paulista.
Semana passada nos noticiários as manchetes eram sempre as mesmas: o desastre das chuvas nos morros cariocas e as fortes ondas que invadiram as praias do litoral sudeste, e por incrível que pareça, o surf foi tema dos principais telejornais. Será que o esporte está se tornando globalizado?
A “massa” trabalhava, os mais atentos e chocados com as últimas tragédias acompanhava tudo o que acontecia. Os fissurados por surf contavam as horas para chegar sexta-feira, sem tirar o olho da previsão das ondas enfrentando o frio de São Paulo. O único lugar “quente”, provavelmente, era Ubatuba que realizou a primeira etapa do Brasil Surf Pro, o principal circuito de surf brasileiro. Léo Neves e a Suelen Naraisa reinaram na disputa, realizada na praia de Itamambuca.
O tempo ia esquentando e a vontade de chegar á praia era imensa. No sábado um compromisso impediu de ficar o final de semana inteiro, por isso a idéia de um bate volta no domingo, Estava complicado em arrumar espaço na agenda de todos que iriam completar a barca.
Horário de saída, meio-dia. Mas isso é horário de ir surfar? Essa pergunta todos fazia e meu pai não ficou de fora. Malas prontas para a partida e lá vamos nós. Há cem 100 metros de casa fomos parados pela Polícia Militar Rodoviária. Documentos. Ok. Pneus? Pneus? É, essa ficamos devendo. “Vou ter que guinchar seu veículo, porque seus pneus estão em péssimas condições de viajar em segurança”, essa foi a frase do guarda. O coração bateu mais forte, gelou, pulou e o primeiro pensamento foi: JÁ ERA MEU DIA DE SURF.
Como sempre preservamos a amizade e a boa conduta, um policial conhecido resolveu liberar a gente, porém o que quis levar nosso veículo deixou avisado. “Se eu estiver na estrada e pegar vocês indo embora o carro vai pro pátio. Sem chances, liberei pela amizade que vocês têm com o Júnior (nome fictício), mas na volta não vão passar por mim”. Depois do psicológico muito bem aplicado, não prestamos mais atenção em nada. Só queríamos surfar e pronto. Mas o bendito discurso...
Após algumas ondas surfadas em um mar storm com correnteza decidimos esticar a viagem. O local escolhido foi Bora Bora, mesmo assim, o tal do oficial, não saia da cabeça. Ele quase estragou o nosso dia, mesmo sem prender o carro.
A típica parada para ver as condições do mar foi mais rápida do que de costume. “Nossa é aqui mesmo”. Não vai adiantar voltarmos, afinal as horas passavam e o mar lá não estava favorável.
O final de tarde que paulistanos não conseguem ter na cidade cinza mostrava suas cores no litoral. As ondas perfeitas, vento terral e água na temperatura ideal junto com os raios do sol que rasgavam as nuvens e refletia na paisagem eram momentos impagáveis.
Na cabeça só passava o sentimento de alívio, por ter descido a Serra em pleno domingo. E que nem o “seu guarda” que quase acabou com o dia passou pelas nossas cabeças. Esquecemos de tudo. E eu, particularmente, agradeci a Deus por ter me dado o dia de surf que ninguém paga.
Semana passada nos noticiários as manchetes eram sempre as mesmas: o desastre das chuvas nos morros cariocas e as fortes ondas que invadiram as praias do litoral sudeste, e por incrível que pareça, o surf foi tema dos principais telejornais. Será que o esporte está se tornando globalizado?
A “massa” trabalhava, os mais atentos e chocados com as últimas tragédias acompanhava tudo o que acontecia. Os fissurados por surf contavam as horas para chegar sexta-feira, sem tirar o olho da previsão das ondas enfrentando o frio de São Paulo. O único lugar “quente”, provavelmente, era Ubatuba que realizou a primeira etapa do Brasil Surf Pro, o principal circuito de surf brasileiro. Léo Neves e a Suelen Naraisa reinaram na disputa, realizada na praia de Itamambuca.
O tempo ia esquentando e a vontade de chegar á praia era imensa. No sábado um compromisso impediu de ficar o final de semana inteiro, por isso a idéia de um bate volta no domingo, Estava complicado em arrumar espaço na agenda de todos que iriam completar a barca.
Horário de saída, meio-dia. Mas isso é horário de ir surfar? Essa pergunta todos fazia e meu pai não ficou de fora. Malas prontas para a partida e lá vamos nós. Há cem 100 metros de casa fomos parados pela Polícia Militar Rodoviária. Documentos. Ok. Pneus? Pneus? É, essa ficamos devendo. “Vou ter que guinchar seu veículo, porque seus pneus estão em péssimas condições de viajar em segurança”, essa foi a frase do guarda. O coração bateu mais forte, gelou, pulou e o primeiro pensamento foi: JÁ ERA MEU DIA DE SURF.
Como sempre preservamos a amizade e a boa conduta, um policial conhecido resolveu liberar a gente, porém o que quis levar nosso veículo deixou avisado. “Se eu estiver na estrada e pegar vocês indo embora o carro vai pro pátio. Sem chances, liberei pela amizade que vocês têm com o Júnior (nome fictício), mas na volta não vão passar por mim”. Depois do psicológico muito bem aplicado, não prestamos mais atenção em nada. Só queríamos surfar e pronto. Mas o bendito discurso...
Após algumas ondas surfadas em um mar storm com correnteza decidimos esticar a viagem. O local escolhido foi Bora Bora, mesmo assim, o tal do oficial, não saia da cabeça. Ele quase estragou o nosso dia, mesmo sem prender o carro.
A típica parada para ver as condições do mar foi mais rápida do que de costume. “Nossa é aqui mesmo”. Não vai adiantar voltarmos, afinal as horas passavam e o mar lá não estava favorável.
O final de tarde que paulistanos não conseguem ter na cidade cinza mostrava suas cores no litoral. As ondas perfeitas, vento terral e água na temperatura ideal junto com os raios do sol que rasgavam as nuvens e refletia na paisagem eram momentos impagáveis.
Na cabeça só passava o sentimento de alívio, por ter descido a Serra em pleno domingo. E que nem o “seu guarda” que quase acabou com o dia passou pelas nossas cabeças. Esquecemos de tudo. E eu, particularmente, agradeci a Deus por ter me dado o dia de surf que ninguém paga.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Devagar e sempre... Surf liberta a mente...
Demorei um pouco para começar a inaugurar o blog. O motivo? Estava esperando o momento certo, não que este seja o momento, mas mesmo assim resolvi escrever. Criei a página para divulgar alguns trabalhos e dividir algumas idéias que passam na minha cabeça, sejam elas boas ou não.
O ano começou relativamente bom para alguns e ruim para outros. Levando em conta as decorrências da força da natureza que atingiu São Paulo, Haiti, e essa semana o Rio de Janeiro, sem contar outras partes do mundo. Mas, os acontecimentos que mais abalaram o país tropical infelizmente foram esses. Vamos torcer para não acontecer tais tragédias, mas não é apenar torcer. Temos que fazer a nossa parte cuida dela e ela cuidara de você. Eu falo da natureza. E a política? Ah, essa eu deixou para depois, bem depois, não merece ser tratada, por enquanto neste texto.
Já que toquei no assunto “natureza”, nada como escrever um pouco do mundo do surf, que para o Brasil, estamos indo no caminho certo. Para quem não sabe a respeito do esporte vou dizer algumas informações precisas.
Gabriel Medina, 16 anos, vem se destacando cada vez mais entre os grandes e conquistando o seu espaço. Será que vai ser a mais nova promessa do surf brasileiro? Adriano de Souza vem crescendo cada vez mais e dificultando a vida dos experientes tops 45. O Mineirinho como é mais conhecido está mostrando cada vez mais que entrou na lista dos melhores do mundo, e só vai resolver sair quando realmente tiver uma posição que te deixa feliz. Nesse caso, o título de campeão mundial. Percebemos no seu duelo dentro d’água e a vontade de superar qualquer limite.
Jadson André o mais jovem surfista a disputar o world tour até então está mostrando muita vontade e se dedicando. Essa semana derrotou o mais velho do tour Taylor Knox, que ironia, não? Diferente de Marco Pólo, não que não tenha vontade de ganhar ou coisa parecida, afinal todos entram na briga com um pensamento, a vitória, mais pelo estilo de surf que apresenta e pelos resultados que vem mostrando. Apenas mais um Jihad, o que não pode é desanimar.
Neco Padarataz convidado pela ASP para disputar o circuito pode até não ter conquistado uma posição que agrada a todos. Porém sempre briga por resultados precisos e nessa briga pode incluir até juiz, pois quando não está satisfeito com os resultados cobra todos. Pode ser que cale a boca de muitos, mas vai ter que entender e “aprender” a surfar de acordo com o que os juízes querem ver.
O ano começou relativamente bom para alguns e ruim para outros. Levando em conta as decorrências da força da natureza que atingiu São Paulo, Haiti, e essa semana o Rio de Janeiro, sem contar outras partes do mundo. Mas, os acontecimentos que mais abalaram o país tropical infelizmente foram esses. Vamos torcer para não acontecer tais tragédias, mas não é apenar torcer. Temos que fazer a nossa parte cuida dela e ela cuidara de você. Eu falo da natureza. E a política? Ah, essa eu deixou para depois, bem depois, não merece ser tratada, por enquanto neste texto.
Já que toquei no assunto “natureza”, nada como escrever um pouco do mundo do surf, que para o Brasil, estamos indo no caminho certo. Para quem não sabe a respeito do esporte vou dizer algumas informações precisas.
Gabriel Medina, 16 anos, vem se destacando cada vez mais entre os grandes e conquistando o seu espaço. Será que vai ser a mais nova promessa do surf brasileiro? Adriano de Souza vem crescendo cada vez mais e dificultando a vida dos experientes tops 45. O Mineirinho como é mais conhecido está mostrando cada vez mais que entrou na lista dos melhores do mundo, e só vai resolver sair quando realmente tiver uma posição que te deixa feliz. Nesse caso, o título de campeão mundial. Percebemos no seu duelo dentro d’água e a vontade de superar qualquer limite.
Jadson André o mais jovem surfista a disputar o world tour até então está mostrando muita vontade e se dedicando. Essa semana derrotou o mais velho do tour Taylor Knox, que ironia, não? Diferente de Marco Pólo, não que não tenha vontade de ganhar ou coisa parecida, afinal todos entram na briga com um pensamento, a vitória, mais pelo estilo de surf que apresenta e pelos resultados que vem mostrando. Apenas mais um Jihad, o que não pode é desanimar.
Neco Padarataz convidado pela ASP para disputar o circuito pode até não ter conquistado uma posição que agrada a todos. Porém sempre briga por resultados precisos e nessa briga pode incluir até juiz, pois quando não está satisfeito com os resultados cobra todos. Pode ser que cale a boca de muitos, mas vai ter que entender e “aprender” a surfar de acordo com o que os juízes querem ver.
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